Coca-Cola: A História De Um Ícone Americano - Coca-Cola: The History Of An American Icon
Este é outro documentário sobre a Coca-Cola que eu não sei dizer se chegou a ser lançado oficialmente no Brasil, e com qual nome. Eu traduzi o título a partir do original, mas na internet existem cópias desse documentário com o nome de A História Da Coca-Cola, o que além de ser um nome bem genérico já vem sendo usado para nomear outros documentários. Como título original diz, o documentárioCoca-Cola: The History Of An American Icon trata da história da Coca-Cola Company desde a criação do produto, passando pelos diversos proprietários, e como a empresa soube aproveitar as oportunidades que surgiram, como a Lei Seca norte americana, as Guerras Mundiais, a internacionalização/globalização dos negócios e as mudanças culturais para expandir a empresa e as vendas. O documentário é de 2001, mas não parece estar "datado" ou desatualizado. O único problema é que quem fez as legendas cometeu vários erros de grafia e de tradução, mas o documentário não deixa de ser de interesse geral. Legendado em português:
Em 1971, John Lennon contou durante uma entrevista à revista Rolling Stone que ele escreveu "You’ve Got To Hide Your Love Away" apenas com a intenção de fazer uma bela canção pop, sem expressar suas próprias emoções pessoais. Ele explicou: "Eu estava em Kenwood (a casa dele na época) e estava apenas compondo... e assim todos os dias eu tentava escrever uma música... uma daquelas que você canta um pouco triste para si mesmo”.
Era um período que Lennon estava trabalhando nas canções para o filme Help! Em seguida, Lennon disse que ouvir as canções de Bob Dylan estava começando a influenciar suas composições na época em que compôs “You’ve Got To Hide Your Love Away”. "Eu comecei a pensar sobre minhas próprias emoções. Eu não sei exatamente quando comecei (a compor canções) como "I’m A Looser" ou "You’ve Got To Hide Your Love Away” ou outras do tipo.
A faixa com a guitarra básica foi gravada em primeiro lugar, imitando o jeito peculiar de Bob Dylan, com um certo apelo "folk". Depois foi gravada a guitarra de George Harrison e um pouco de percussão, com pandeiro e maraca, no segundo canal. John Scott gravou uma flauta tenor nos espaços em faixa vocal de Lennon e uma parte adicional de flauta alta, uma oitava mais alta do que a primeira, no último canal disponível da máquina de quatro canais.
No documentário The Beatles Anthology, uma versão diferente da canção é tocada enquanto se fala na morte do empresário da banda, Brian Epstein. Os biógrafos da banda e de Epstein dão com ser que ele era homossexual. Isso fez surgir uma lenda segundo a qual "You’ve Got To Hide Your Love Away" trataria sobre a dificuldade de um homossexual de assumir seu relacionamento. Mas basta um simples lida na letra para ver que Lennon está cantando para sua amada, e não amado.
Uma curiosidade: Na linha onde se lê "Feelin’ two-foot small" "sentindo dois pés menor" foi escrito orignalmente como "Feelin’two-foot tal" "sentindo (com) dois pés de altura." Lennon cantou errado, mas gostou do forma como ficou e deixou a canção dessa forma.
Outras versões e covers
O grupo folk Silkie, empresáriado por Epstein, em 1965:
Os Beach Boys, para o LP Beach Boys' Party!, de 1965:
“I’m A Believer” é uma canção composta por Neil Diamond e lançada pela primeira vez pela banda norte-americana The Monkees, em 1966. O single da canção é um dos mais vendidos de todos os tempos, tendo alcançado a marca de 10 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo.
Composição
Neil Diamond trabalhava no ramo musical, como músico e compositor, desde 1958, mas somente no início de 1966 é que ele obteve seu primeiro sucesso, com a composição "Cherry, Cherry". Essa canção chamou a atenção do também compositor e produtor musical Don Kirshner, que estava à procura de material para os Monkees. Inicialmente, Diamond ficou surpreso com o interesse de Kirshner em suas composições, mas fechou negócio com ele. Como parte do acordo entre ambos, foi acertado que Diamond esperaria um ano antes de lançar a sua versão de “I’m A Believer”, o que acabou beneficiando-o, pois a exposição da canção no programa de televisão do Monkees alavancou as vendas da versão dele.
Os Monkees
O grupo musical Monkees foi criado em 1965, pela rede de televisão americana NBC, com a intenção de “tirar proveito” do sucesso que das bandas britânicas faziam no mercado norte americano. Algumas fontes afirmam que a intenção da NBC seria a de “rivalizar” com os Beatles, enquanto que outras afirmam que a intenção seria fazer uma paródia dos Beatles. A emissora colocou um anúncio de jornal, procurando por “quatro loucos entre 17 e 21 anos”, e, depois de vários testes, escolheu Davy Jones, vocalista e multi-instrumentista, Michael Nesmith, guitarrista, Micky Dolenz, baterista e vocalista e Peter Tork, baixista e tecladista. O programa de TV durou duas temporadas, de setembro de 1966 até março de 1968, mas a banda ainda continuou em atividade por alguns anos, com esporádicos reencontros dos integrantes.
“I’m A Believer” foi produzida por Jeff Barry e lançada como single em 21 de novembro de 1966, no lado B estava “(I’m Not Your) Steppin’ Stone”. Apesar de os integrantes dos Monkees saberem tocar os instrumentos musicais, eles apenas gravaram a parte vocal da canção. Os produtores do single preferiam contratar músicos de estúdio para gravar a parte instrumental das músicas dos Monkees, pois não estavam convencidos do talento dos rapazes. Esse fato se repetiu durante as gravações das primeiras canções do grupo, e foram necessários meses de brigas até que os integrantes da banda pudessem tocar suas próprias canções.
A canção também foi lançada no LP More Of The Monkees
O single chegou a posição número um na parada de sucessos americana na última semana de 1966 e ficou na primeira posição por sete semanas seguidas. Devido as encomendas antecipadas de lojistas, diante da grande procura do público, o single garantiu as vendas de 1.051.280 de cópias, conseguindo o feito de ganhar um disco de ouro apenas dois dias após o lançamento. A canção também ficou no topo da parada de sucessos britânica por quatro semanas entre janeiro e fevereiro de 1967.
Outras versões
Mais de vinte versões de "I'm A Believer" foram gravadas, abaixo algumas delas. Neil Diamond fez duas versões da canção, uma em 1967, para o seu LP Just For You:
E outra, com acréscimos na letra, para o LP September Morn, de 1979:
A banda Four Tops, em 1967:
A banda britânica EMF fez uma versão em 1995. Foi com essa versão que ouvi pela a primeira vez a canção. No vídeo dá para perceber que os integrantes da banda não levaram muito a sério o cover:
A banda Smash Mouth gravou uma versão, para o filme Shrek, em 2001:
Obs: Eddie Murphy, dublando o personagem “Donkey” também gravou uma versão da música para o filme.
A banda Weezer também fez sua versão para o filme Shrek, em 2010:
A última foto da série, tirada por mim em 2001, é esta, do interior da Associação Comercial da Bahia. Devo dizer que fiquei impressionado com a beleza do piso. Esse estranho móvel, que serve para apoiar partituras ou laudas para discurso, contribuiu para ajudar na composição a foto e criar uma bela imagem.
Não sei dizer as dimensões do salão, mas não é muito grande. Mesmo assim, é bem maior que muitos outros "salões" de eventos onde já entrei.
Dando prosseguimento a série de fotografias, tiradas por mim, da Cidade Baixa do centro histórico de Salvador, vou mostrar uma bela imagem tirada através de uma das janelas do salão principal da Associação Comercial da Bahia.
No post anterior, mostrei alguns prédios do centro histórico de Salvador. Nesta fotografia, um monumento erguido em memória a vitória na Guerra do Paraguai, e que está localizado em frente a Associação Comercial da Bahia.
Tanto esta, quanto a foto anterior estavam em meu antigo site/blog hospedado no Geocities, e que saiu do ar em 2009.
A primeira vez que fui a Salvador, Bahia, foi em dezembro de 2001. Aproveitei para passear no centro histórico e adjacências, e tirar muitas fotos. Abaixo está uma foto tirada na chamada Cidade Baixa. Andei bastante por ela e achei poucos prédios bem concervados. No final das contas essa foto acabou sendo um "achado", pois nela aparecem apenas edifícios em bom estado.
Se vocês olharem no meio na foto, no alto do morro, tem trilhos e uma estrutura aberta. É onde fica o chamado Plano Inclinado Gonçalves. Um bondinho que (junto com o Elevador Lacerda) faz o transporte entre essas duas partes do centro histórico. Na época eu paguei R$0,05 (cinco centavos) pelo transporte. Não sei quanto custa agora a viagem.