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domingo, 27 de maio de 2018

Coca-Cola VsPepsi: Um Duelo de Gigantes - Coca-Cola Vs Pepsi: A Duel Between Giants

Coca-Cola Vs Pepsi: Um Duelo De Gigantes - Coca-Cola Vs Pepsi: A Duel Between Giants

Este é outro documentário sobre a Coca-Cola que eu não sei dizer se chegou a ser lançado oficialmente no Brasil, e com qual nome, apenas que foi produzido em 2002 para a televisão francesa. Eu traduzi o título a partir do título em inglês, mas a cópia em espanhol, que está abaixo, chama-se Coca-Cola Vs Pepsi: La Guerra De Titanes. Como título original diz, o documentário trata da disputa entre a Coca-Cola Company e a Pepsi Company, desde o início do século até os dias atuais. O documentário é bem direto e isso é muito bom, e o interessante é que fala da disputa entre as empresas por diversos mercados, inclusive pelo mercado brasileiro, o que é algo raro de se ver. A cópia dublada em espanhol está completa, enquanto que a cópia em inglês, está com alguns trechos suprimidos.

Em espanhol:

Em inglês:

A Conquista Das Colas - The Cola Conquest - III

A Conquista Das Colas - The Cola Conquest - III

Não sei dizer se o documentário a seguir chegou a ser lançado oficialmente no Brasil, e com qual nome. Eu traduzi o título a partir do original, mas na internet existem cópias dessa série de documentários com o nome de A História Da Coca-Cola, o que além de ser um nome bem genérico e ser usado por outros documentários, na prática está errado. Como título original diz, o documentário The Cola Conquest trata da histórica disputa tratada entre a Coca-Cola Company e a Pepsi Company pelo mercado mundial de refrigerantes. O interessante, é que ao longo da série, o mercado de refrigerantes global, é tratado como sendo sinônimo de refrigerantes a base de cola. Claro que nós sabemos que existem refrigerantes de diversos tipos (soda, limão, guaraná, quinino, etc), mas parece que nos Estados Unidos não é bem assim.

Esse terceiro episódio trata da conquista de novos mercados pela Coca-Cola e a Pepsi, principalmente nos países emergentes. O título original é muito melhor que o criado por quem legendou o vídeo. É Coca-colonização. 

Essa série é de 1998, por isso ele parece um pouco antiquado e até mesmo desatualizado, mas não deixa de ser de interesse geral. Como expliquei anteriormente, não sei se o título em português é oficial, nem quem colocou as legendas, mas parece que o documentário foi bem traduzido, apesar de alguns pequenos erros.

Legendado em português:

Em inglês:

domingo, 20 de maio de 2018

Coca-Cola: A História De Um Ícone Americano - Coca-Cola: The History Of An American Icon

Coca-Cola: A História De Um Ícone Americano - Coca-Cola: The History Of An American Icon

Este é outro documentário sobre a Coca-Cola que eu não sei dizer se chegou a ser lançado oficialmente no Brasil, e com qual nome. Eu traduzi o título a partir do original, mas na internet existem cópias desse documentário com o nome de A História Da Coca-Cola, o que além de ser um nome bem genérico já vem sendo usado para nomear outros documentários. Como título original diz, o documentário Coca-Cola: The History Of An American Icon trata da história da Coca-Cola Company desde a criação do produto, passando pelos diversos proprietários, e como a empresa soube aproveitar as oportunidades que surgiram, como a Lei Seca norte americana, as Guerras Mundiais, a internacionalização/globalização dos negócios e as mudanças culturais para expandir a empresa e as vendas. O documentário é de 2001, mas não parece estar "datado" ou desatualizado. O único problema é que quem fez as legendas cometeu vários erros de grafia e de tradução, mas o documentário não deixa de ser de interesse geral.

Legendado em português:

Em inglês:

A Conquista Das Colas - The Cola Conquest - II

A Conquista Das Colas - The Cola Conquest - II

Não sei dizer se o documentário a seguir chegou a ser lançado oficialmente no Brasil, e com qual nome. Eu traduzi o título a partir do original, mas na internet existem cópias dessa série de documentários com o nome de A História Da Coca-Cola, o que além de ser um nome bem genérico e ser usado por outros documentários, na prática está errado. Como título original diz, o documentário The Cola Conquest trata da histórica disputa tratada entre a Coca-Cola Company e a Pepsi Company pelo mercado mundial de refrigerantes. O interessante, é que ao longo da série, o mercado de refrigerantes global, é tratado como sendo sinônimo de refrigerantes a base de cola. Claro que nós sabemos que existem refrigerantes de diversos tipos (soda, limão, guaraná, quinino, etc), mas parece que nos Estados Unidos não é bem assim.

Esse segundo episódio já fala da disputa entre a Coca-Cola e a Pepsi. A série não é perfeitamente linear, então ela começa falando da disputa entre as empresas pelo mercado consumidor dos países que compunham o antigo bloco comunista, e depois volta no tempo para falar sobre como as empresas estavam após a Primeira Guerra Mundial. Enquanto a Coca-Cola eram a grande empresa, que foi comprada por 25 milhões de dólares, a Pepsi estava ameaçada de falência. Fala sobre a expansão da Coca-Cola pelo mundo antes e depois da Segunda Guerra. Por sinal a Segunda Guerra foi boa para a Coca-Cola, por motivos que vocês verão. 

Essa série é de 1998, por isso ele parece um pouco antiquado e até mesmo desatualizado, mas não deixa de ser de interesse geral. Como expliquei anteriormente, não sei se o título em português é oficial, nem quem colocou as legendas, mas parece que o documentário foi bem traduzido, apesar de alguns pequenos erros.

Legendado em português:

Em inglês:

domingo, 13 de maio de 2018

Um Ícone Americano... A História Da Coca-Cola... Primeiros Anos - An American Icon... The Coca-Cola Story... Early Years

Um Ícone Americano... A História Da Coca-Cola... Primeiros Anos - An American Icon... The Coca-Cola Story... Early Years

Este é outro documentário sobre a Coca-Cola, e infelizmente não encontrei informações sobre ele. Não sei dizer se chegou a ser lançado oficialmente no Brasil, e com qual nome. A única cópia que encontrei é esta dublada em espanhol e que foi traduzida por quem publicou com o nome de The Coca-Cola Company Historia. Um nome bem estranho. Eu traduzi o título a partir do original, An American Icon... The Coca-Cola Story... Early Years, e como o título original diz, trata da história da Coca-Cola Company da criação do produto pelo farmacêutico John S. Pemberton e depois do segundo proprietário da empresa, o também farmacêutico Asa Candler. Infelizmente só encontrei esse primeiro episódio. Deve ter mais um ou dois episódios, mas mesmo incompleto, ele é de ótima valia, pois completa com informações diferentes outros documentários sobre a história da Coca-Cola Company.

Dublado em espanhol:

A Conquista Das Colas - The Cola Conquest - I

A Conquista Das Colas - The Cola Conquest - I

Não sei dizer se o documentário a seguir chegou a ser lançado oficialmente no Brasil, e com qual nome. Eu traduzi o título a partir do original, mas na internet existem cópias dessa série de documentários com o nome de A História Da Coca-Cola, o que além de ser um nome bem genérico e ser usado por outros documentários, na prática está errado. Como título original diz, o documentário The Cola Conquest trata da histórica disputa tratada entre a Coca-Cola Company e a Pepsi Company pelo mercado mundial de refrigerantes. O interessante, é que ao longo da série, o mercado de refrigerantes global, é tratado como sendo sinônimo de refrigerantes a base de cola. Claro que nós sabemos que existem refrigerantes de diversos tipos (soda, limão, guaraná, quinino, etc), mas parece que nos Estados Unidos não é bem assim.

Esse primeiro episódio dá um enfoque muito maior para a Coca-Cola, deixando a Pepsi em segundo plano. A série não é perfeitamente linear, ou seja, ela não vai contando os fatos conforme o tempo vai se passando, ainda que esse primeiro episódio conte os primeiros anos do produto Coca-Cola, da empresa Coca-Cola Company e das concorrentes, da qual se sobressaiu a Pepsi Co., Em alguns momentos o episódio avança no tempo e fala da publicidade dos produtos.

Essa série é de 1998, por isso ele parece um pouco antiquado e até mesmo desatualizado, mas não deixa de ser de interesse geral. Como expliquei anteriormente, não sei se o título em português é oficial, nem quem colocou as legendas, mas parece que o documentário foi bem traduzido.

Legendado em português:

Em inglês:

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Por Que A Revolução Industrial Aconteceu Aqui? - Why The Industrial Revolution Happened Here?

Por Que A Revolução Industrial Aconteceu Aqui? - Why The Industrial Revolution Happened Here?


Neste documentário, de 2013, o professor Jeremy Black explica as causas que levaram a Revolução Industrial ocorrer no Reino Unido e não em outros países como França, Alemanha ou mesmo Estados Unidos. A feliz combinação de recursos energéticos, como carvão, minerais, como o ferro, a liberdade de pensamento e criação, que permitiram a diversos cientistas criar novas técnicas a partir de descobertas científicas recentes e o liberalismo econômico, que permitiu que diversos inventores e investidores criarem máquinas, empresas e mercados sem que o Estado atrapalhasse o desenvolvimento de seus negócios, tudo isso fez do Reino Unido a primeira nação industrial do mundo.

Um aviso e explicação: Horas mais cedo, eu havia publicado um documentário sobre Geologia, mas resolvi tirá-lo. A explicação é que quando me preparava para publicar o segundo vídeo da série, descobri que o mesmo havia saído do ar, e outras cópias disponíveis no YouTube haviam sido apagados ou bloqueados. Para não deixar a série incompleta resolvi tirar aquela publicação e substituir por esta.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Quando Michael Jackson Passou Para Trás Paul McCartney

Li esse artigo no site do jornal venezuelano Tal Cual. Por se tratar de um pedaço da história dos Beatles, decidi reproduzir em meu blog. Achei estranha a pontuação usada pelo autor, mas mantive ela como estava. O endereço é http://www.talcualdigital.com/Nota/118620/Cuando-Michael-Jackson-Estafo-A-Paul-Mccartney

Quando Michael Jackson passou para trás Paul McCartney

Quando Jackson explicou aos seus contadores o negócio, disseram a Jackson que era melhor se ele comprasse ATV e não dividisse com ninguém assim que fechasse o negócio e "passou para trás" o amigo que aconselhou-o como investir o seu dinheiro


Por Carlos M. Montenegro
É uma verdade indiscutível que os Beatles foram a banda de rock e pop de maior sucesso de todos os tempos desde a sua formação definitiva, em 1962, Ringo, George, Paul e John, revolucionaram a indústria musical com o seu humor pessoal e atitude em relação à música, abrindo as portas do Rock & Roll para toda uma onda de bandas de rock britânicas e depois mundialmente. Seu impacto inicial foi suficiente para estabelecer os Beatles como uma das forças culturais mais influentes do século XX, mas não se detiveram por aí.

Embora seu estilo inicial fosse muito original com músicas irresistivelmente cativantes, os Beatles passaram os anos 1960 expandindo fronteiras estilísticas do rock, sempre apostando em novas formas musicais em uma variedade de gêneros, incluindo folk-rock, country, pop, psicodelia , sinfônica e barroca, sem sacrificar a energia de seus primeiros trabalhos.

A popularidade adquirida desde suas primeiras gravações deixaram estabelecidas no imaginário popular que os Beatles são lendários, e enquanto permaneceram unidos tudo fluiu facilmente devido, talvez, a sua bem promovida imagem em filmes, publicações escritas e, acima de tudo, o estrondoso sucesso de suas canções.

Depois da grande explosão do Rock & Roll, em 1956, que revolucionou o mundo com Elvis Presley como ícone indiscutível, os Beatles protagonizaram uma segunda revolução, que conseguiu ofuscar o "rei", algo inimaginável até então. Depois de mais de meio século, o grupo de Liverpool continua vigente e até para os jovens que não tinham nascido até então, hoje sabem que o quarteto musical é o mais importante transcendendo os modismos.

Mas nem tudo foi fácil na carreira da banda, o sucesso não caiu do céu como maná bíblico. Poucos artistas trabalharam tão duro; além das intermináveis noites no início da carreira, em Liverpool ou em Hamburgo, onde tocavam onde fossem aceitos, desde 1962 quando lançaram seu primeiro single, "Love Me Do", tocaram quase 1.400 vezes ao vivo, em turnê com outros artistas ou apenas eles, recorde não batido por ninguém, e tudo em menos de cinco anos, pois os Beatles deram o seu último concerto ao vivo em 29 de agosto de 1966, em Candlestick Park, em San Francisco* para dedicar-se a escrever e gravar apenas disco que são história hoje.


A tudo isto deve ser adicionado milhares de horas de ensaios, o tempo de filmagem ou produção de seus cinco filmes: A Hard Day’s Night (1964), Help! (1965) Magical Mystery Tour (1967) Yellow Submarine (1968) e Let It Be (1970) e especialmente as maratônicas sessões no Estúdios Abbey Road com o produtor George Martin, com quem gravaram mais de 250 canções em apenas oito anos, a maioria composta pelos prolíficos Lennon e McCartney.

Os Beatles logo se tornou máquinas de fazer dinheiro, compartilhado de várias formas com vários agentes e empresários por todo o globo.

Seu agente pessoal era Brian Epstein, que supostamente os conheceu em novembro de 1961 quando tocavam em um pub no porão do número 10 da Rua Mathew em Liverpool: O Cavern Club. Epstein ficou entusiasmado com o grupo e conseguiu ser o seu representante, até sua morte prematura em 1967.

Epstein foi o criador da imagem formal dos Beatles, domado sua atitude agressiva, proibiu-os de fumar e comer no palco, ele dispensou as roupas de couro, o jeito "Teddy Boy", substituindo-o por um traje mais formal, com gravata, ao estilo "Mod" da classe média Inglesa; Ele criou o penteado com franja que se tornou moda universal e até lhes disse que depois de cada canção agradecessem os aplausos curvando-se elegantemente. Sua contribuição para a promoção e sucesso do grupo foi definitiva. Ele foi chamado de "o quinto Beatle".

No entanto era clara sua inexperiência no "show business", chegava à incompetência, em matéria de administração e finanças. O grupo gerou fortunas em suas turnês, a venda de discos, música impressa (partituras), "de merchandising" e, acima de tudo, como autores e compositores, como detentores de reprodução fonográfica, uso de imagem (cinema, publicidade, etc.) e direitos autorais.

Os números relativos aos três últimos itens, gerados principalmente pelas obras de Lennon e McCartney eram simplesmente formidáveis, considerando que os direitos são válidos por 70 anos após a morte do autor, sem ignorar os direitos gerados por suas canções executadas por outros artistas ou orquestras**.

A gestão de Epstein nesses casos foi simplesmente desastrosa. Após sua morte, os Beatles ficaram desorientados por ter confiado cegamente seu agente que foi sempre honesto. O grupo contratou um gerente, Allen Klein que ao verificar o estado de seus negócios, descobriu que nem mesmo controlavam os direitos de suas obras, seu principal patrimônio.

Em 1963, Epstein tinha decidido contar com um editor para administrar os números fabulosos gerados pelas obras do primeiro álbum Please Please Me. Já em 1962, a publicação das canções "Love Me Do" e "Please Please Me", indicavam o que estava por vir e George Martin sugeriu para Epstein, para proteger os direitos, para falar com um certo Dick James, que acabou por se revelar um velho músico aposentado sugador do sangue de compositores que vivem sob sua pequena editora Dick James Music (DJM). James percebeu que isso seria muito grande e sugeriu a Epstein criar uma publicação exclusivamente para proteger a obra dos Beatles.

Assim nasceu a Northern Songs que adquiria todas as canções compostas pelos Beatles desde a assinatura do contrato; Dick James administrar o catálogo através de sua editora que ficava com 50% dos lucros quando é habitual era apenas 10%.

Lennon e McCartney tinham uns 30%, Brain Esptein 10% e os outros 10% eram divididos entre George Harrison e Ringo Starr (1,7% cada) o restante (4,6%) outros parceiros de James, que controlava a Northern Songs . Relações com os Beatles estavam se deteriorando e James habilmente aproveitou que Paul e John estavam em lua de mel com suas esposas e vendeu a Northern Song para Lew Grade em vários proprietário ATV por 3,5 milhões de libras.



Em seu retorno Lennon e McCartney, enfurecidos, tentaram comprar a Northern Songs de Grade, mas ele se nagava a vender a não ser que comprassem a toda a ATV, que possui e obras de The Beatles, por 35 milhões de libras. Negociações fracassaram pois eles não tinham esse dinheiro e de novo não tinham mais controle sobre suas obras.

Anos depois da morte de Epstein e da dissolução dos Beatles, Paul McCartney e Michael Jackson gravaram várias canções em dueto como "Say Say Say" e "The Girl Is Mine". Em fevereiro de 1983, Paul recebeu em sua casa de campo Michael para filmar o videoclipe deste último.

Paul, aconselhou seu jovem amigo que investisse seus lucros em royalties, seus próprios e de outros compositores criando uma editora própria, e que poderia adquirir a ATV de Lew Grade, que já havia negado vender ou associar-se a eles - Paul e John – controlando a Northern Songs com todas as obras de Lennon-McCartney. Quando Jackson explicou aos seus contadores o negócio, disseram a Jackson que o melhor era comprar a ATV e não dividí-la com ninguém assim que fechasse o negócio e "passou para trás" o amigo que lhe aconselhou como investir o seu dinheiro.

Mas não termina aí, quando Jackson entrou em dificuldades financeiras por conta de seus casos judiciais e seus custoso estilo de vida. Tinha dívidas que não podiam pagar e decidiu vender ATV. Ele poderia ter oferecido a Paul, mas ele preferiu fechar o negócio com a editora da Sony, sua gravadora a quem devia uma fortuna em adiantamentos. A Sony tomou o negócio como uma forma de cancelar a dívida Jackson.

Assim se consumou a traição a Paul McCartney, que foi mais uma vez incapaz de acessar o controle das obras dos Beatles.