sábado, 23 de maio de 2015

(I Can't Get Now) Satisfaction - I

(I Can't Get Now) Satisfaction


Dando prosseguimento as postagens musicais, vou exibir um clássico do Rock And Roll que completou 50 anos. Pois é! Estamos ficando velhos! Gravada em 1965, ela continua atual e moderna. Especialmente para mim, que como o personagem da canção não venho obtendo a satisfação que gostaria da vida... Mick jagger e Keith Richards... vocês mandaram bem!

Agora, sem mais delongas... Os Rolling Stones!

O clipe é uma clara montagem feita com o vídeo de uma apresentação ao vivo e com o audio da canção gravada em estúdio, para o disco. Mesmo assim, escolhi ele por conta do audio limpo. O link para acessar o vídeo é https://www.youtube.com/watch?v=HoxRFOr_sQ0

I can't get no satisfaction
I can't get no satisfaction
'Cause I try and I try and I try and I try
I can't get no, I can't get no
When I'm drivin' in my car
And that man comes on the radio
And he's tellin' me more and more
About some useless information
Supposed to fire my imagination
I can't get no, oh no no no
Hey hey hey, that's what I say
I can't get no satisfaction
I can't get no satisfaction
'Cause I try and I try and I try and I try
I can't get no, I can't get no
When I'm watchin' my TV
And that man comes on to tell me
How white my shirts can be
But he can't be a man 'cause he doesn't smoke
The same cigarrettes as me
I can't get no, oh no no no
Hey hey hey, that's what I say
I can't get no satisfaction
I can't get no girl reaction
Cause I try and I try and I try and I try
I can't get no, I can't get no
When I'm ridin' round the world
And I'm doin' this and I'm signing that
And I'm tryin' to make some girl
Who tells me baby better come back later next week
Cause you see I'm on losing streak
I can't get no, oh no no no
Hey hey hey, that's what I say
I can't get no, I can't get no
I can't get no satisfaction
No satisfaction, no satisfaction, no satisfaction

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Morre B.B. King, Mestre Do Blues, Aos 89 Anos

Morre B.B. King, Mestre Do Blues


O músico B.B. King, considerado o "rei do blues" e integrante do Hall da Fama do Rock and Roll desde 1987, morreu na madrugada da última sexta-feira (15 de maio) em Las Vegas, nos Estados Unidos, aos 89 anos de idade.

B.B. King e sua banda se apresentam na penitenciária de Norfolk, em Massachussetts, em abril de 1978. Ele começou a fazer shows em prisões dos EUA em 1972. (Foto: Michael S. Gordon/AP/Arquivo)

Nascido com o nome de Riley B. King, em 16 de setembro de 1925, no Mississippi, Estados Unidos, B. B. King teve uma infância muito pobre, ficando órfão ainda criança e tendo que trabalhar como catador de algodão nas plantações de seu estado natal. Começou a tocar violão em esquinas e bares para ganhar algum dinheiro.

Autodidata, ele nunca teve professor convencional, mas teve a sorte de contar durante a adolescência com o apoio protetor de Bukka White, seu primo. Este guitarrista, muito renomado na região, deu as dicas de guitarra ao futuro gênio e o levou a descobrir a grande cidade da música, Memphis, para onde se mudou em 1947.

O futuro B.B. King passou a conviver com Sonny Boy Williamson (Rice Miller), Robert Lockwood Jr, Bobby "Blue" Bland e tocava regularmente na Beale Street, onde mais tarde abriu um clube com seu nome, a "Broadway" da música negra nos Estados Unidos. Sua carreira ganhou novo fôlego em 1949 ao ser contratado como DJ de uma rádio, onde ganhou o apelido que o eternizou, Blues Boy, ou B.B.

Seu primeiro grande sucesso nacional de B.B. King foi “Three O'Clock Blues”, gravado por ele em 1952. A partir daí começou a fazer turnês sem parar. Só no ano de 1956 sua banda chegou a fazer 342 apresentações. B.B. King criou um estilo autêntico de guitarra. Em seus solos, ao contrário de outros guitarristas, o Rei do Blues preferia usar poucas notas. Ele dizia que conseguia fazer uma nota valer por mil.



Lucille
Ele tinha paixão por suas guitarras, e passou a apelida-las com o nome de “Lucille” após quase perder uma delas em um incêndio. Ele conta, que no início de sua carreira, houve uma briga entre dois homens que disputavam uma mulher em um bar. A briga teria começado um incêndio, e B. B. King teve que enfrentar as chamas que tomavam o estabelecimento para salvar seu instrumento. Já a salvo, ele descobriu que o nome da mulher era “Lucille”. E, depois desse episódio suas guitarras passariam a ser carinhosamente chamadas de “Lucille”.

Em outubro de 2014, o guitarrista precisou abandonar um espetáculo em Chicago, diante de um quadro de desidratação e esgotamento, o que provocou a suspensão do restante da turnê, que ainda tinha 8 shows programados. No início de abril deste ano, o guitarrista ficou hospitalizado quatro dias após sofrer uma desidratação por causa da diabetes tipo 2 da qual sofria há mais de 20 anos.

Nas últimas semanas, o artista esteve no centro de um conflito entre uma de suas filhas e seu empresário pela forma como estava sendo atendido. De acordo com o site TMZ, Patty King, filha do músico, considerava que o pai estava recebendo tratamento inadequado e chamou a polícia depois que seu empresário, Laverne Toney, negou-se a interná-lo em um hospital. Ele voltou a ser internado poucos dias antes da morte.
O guitarrista em 21 de abril de 1980, durante a abertura New Orleans Jazz Festival. (Foto: AP/Arquivo)

Mestre
Considerado um dos artistas mais influentes de todos os tempos, seu talento inspirou outros grandes guitarristas, como Stevie Ray Vaughan, Jeff Beck, Jimi Hendrix, George Harrison, Buddy Guy e Eric Clapton. Na lista de 2003 dos 100 maiores guitarristas de todos os tempos, a revista "Rolling Stone" classificou King como nº 3, atrás apenas de Jimi Hendrix e Duane Allman.

B.B. King ganhou 16 prêmios Grammy alo longo da carreira: melhor desempenho vocal masculino de Rhythm & Blues, em 1970, com “The thrill is gone”; melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com “There must be a better world somewhere”; melhor gravação de blues, em 1983, com “Blues’N jazz”, e, em 1985, com “My guitar sings the blues”. Ao longo da carreira ele gravou mais de 50 discos. Entre sua gravações mais famosas estão “Three O’Clock Blues”, já citada; “Everyday I Have The Blues”, gravada em 1955;



“How Blue Can You Get”, lançada por ele em 1964;



“The Thrill Is Gone”, gravada por B.B. King em 1969;



“When Love Comes To Town”, gravado em 1988, em parceria com o U2;


domingo, 17 de maio de 2015

Evento Abençoado - Blessed Event - IX

Semanas atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Enquanto isso não ocorre, aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.


"Escolhendo Nomes" E "Desejos Noturnos"


Legenda da primeira charge: "Agora, querido, vamos começar pelos A's... Ada... Arthur... Jaclyn... James... Jerry... Josephine... agora todos que sobraram são os Z's... Zabdiel..."
A tradução da segunda legenda é difícil, mas acho que é: "Muitíssimo obrigado, Senhor Schultz. Molly tem as vezes grande ânsia (desejo) por tirinhas de doce de alcaçuz."

sábado, 16 de maio de 2015

Evento Abençoado - Blessed Event - VIII

Semanas atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Enquanto isso não ocorre, aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.

"Paciente Errado"

Primeira legenda da charge: "Você pode ir agora, Senhor Taylor."
Segunda legenda da charge: "Oh, não é para mim... É minha esposa que está aqui para ver o médico."

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Evento Abençoado - Blessed Event - VII

Semanas atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Enquanto isso não ocorre, aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.


"Moda Parto" E "Seguro Gestante"

Legenda da primeira charge:  a única coisa que ainda me cabe, por isso certamente vou usá-lo."
Legenda da segunda charge: "Você pode relaxar agora, querida, eu fiz um seguro contra ter trigêmeos."

sábado, 9 de maio de 2015

Prêmio Pulitzer De Fotografia: Ano 1948

Dando prosseguimento a série com as fotografias vencedoras do Prêmio Pulitzer, hoje vou escrever sobre o ganhador do prêmio de fotografia de 1948. Sempre que possível irei também contar as histórias por trás de cada fotografia (contexto em que foi tirada, autor da foto, como foi tirada, a repercussão, etc), como nem sempre poderei ter todas as informações a minha disposição na hora em que postar, pode ser que eu reveja os textos, acrescentando ou corrigindo informações.

Um aviso importante para aqueles que estão acompanhando a série: O prêmio de fotografia de 1946 não teve ganhador. Não sei explicar o motivo.

Prêmio Pulitzer de 1948: Categoria Fotografia

Vencedor: Francis "Frank" W. Cushing do periódico Boston Traveler

Título: “Boy Gunman And Hostage” (“Garoto Armado E Refém”)

Câmera: 4X5 Speed Graphic

Lente: 127mm

Velocidade E Abertura Do Obturador: Desconhecido

Filme: Kodak



Em junho de 1947, o fotógrafo Frank Cushing, do Boston Traveler, estava sentado em seu carro, do lado de fora do restaurante Howard Johnson, enquanto esperava para fotografar vítimas de um caso de agressão. A história era tão rotineira que ele sabia que a fotografia poderia até não ser publicada.

Então, Cushing ouvi o alerta de uma ocorrência que vinha do rádio de um carro da polícia estacionado ao seu lado. O alerta informava que ali próximo, um oficial de policia havia sido baleado e um refém havia sido feito. Cushing correu para o local dos fatos.

Minutos antes, dois policiais haviam parado um jovem de 15 anos para interrogá-lo sobre um assalto. De repente, o rapaz, chamado Ed Bancroft, sacou uma pistola e começou a atirar. Ele feriu um policial no braço e fugiu para um beco próximo, onde fez como refém outro garoto de 15 anos, chamado Bill Ronan. Os policiais rapidamente bloquearam as duas pontas do beco para evitar a fuga de Bancroft, mas ele disparou várias vezes contra a polícia e repetidamente ameaçava matar Ronan.

Cushing conseguiu tirar uma foto de longe, mas como ele sabia que ela não sairia boa devido a distância, procurou um novo local para fotografar. Então ele calculou dos fundos de qual casa estavam os rapazes e se dirigiu até a frente do imóvel. Após se identificar pediu ao proprietário para entrar e com a concordância dele, subiu até a varanda dos fundos da residência e muito cuidadosamente tirou a foto dos dois meninos. Mais tarde, Cushing disse que sentiu medo de que o garoto atirasse nele, mas o desejo de tirar a foto falou mais alto.

A área já estava cercada por mais de trinta policiais. Um deles engatinhou por trás da cerca até o local onde Bancroft mantinha seu refém. No momento certo, o policial levantou-se por atrás da cerca e deu uma violenta coronhada em Bancroft, que desmaiou e foi imediatamente preso.

Comentário sobre a fotografia
Fotografia de Cushing foi um feito notável pois situações envolvendo reféns eram raras e costumam terminar rapidamente, e sua fotografia retratou um evento em andamento. Além disso, ele usava uma Speed Graphic, a câmera usualmente usada pela imprensa na época, mas que tinha muitas limitações, como seu grande tamanho e a necessidade de que o motivo a ser fotografado estivesse próximo da câmera, o que geralmente não é possível em uma situação de refém. Engenhosidade e persistência de Cushing valeu a pena e resultou em uma imagem extraordinária.

Sobre o fotógrafo
Frank Cushing nasceu em 1915 e deixou os estudos aos 16 anos de idade para se tornar um mensageiro para o Boston Traveler. Realizou diferentes funções no jornal até decidir se fixar na função de fotógrafo, permanecendo com o Boston Traveler até se aposentar 1968. Durante a Segunda Guerra foi convocado e trabalhou como fotógrafo aéreo. Cushing morreu em 1975.

domingo, 3 de maio de 2015

You're Going To Lose That Girl - II

You’re Going To Lose That Girl

"You’re Going To Lose That Girl" (Você Vai Perder Essa Garota) é uma canção escrita por John Lennon e Paul McCartney em 1965, e gravada em 19 de fevereiro do mesmo ano. Ela foi composta na casa de Lennon em Weybridge e foi a ultima das canções utilizadas no filme Help! a ser gravada. Na letra o cantor avisa um "amigo" que, se ele não valoriza sua namorada, o cantor vai "fazer algo que a fará deixá-lo".


Para tornar o som mais denso, durante as sessões de gravação McCartney tocou um piano de fundo e Ringo Starr acrescentou o som de bongos, fazendo uso de ritmos de percussão latino-americanos. Essa foi a forma que os Beatles encontraram para utilizar todas as possibilidades da mesa de som de quatro canais que tinham a disposição.

Curiosidade 1: Na edição americana do disco Help! (lançada pela Capitol Records) a canção é intitulada como sendo “You’re Gonna Lose That Girl” (Você Está Perdendo Essa garota).

Filme Help!
Desculpem, não encontrei outro vídeo com as cenas do filme no YouTube, e não consegui baixar vídeo de outros sites.

No filme, o grupo aparece cantando essa música em um estúdio de gravação. Nas cenas, John Lennon e George Harrison aparecem tocando suas guitarras e nos vocais, Paul McCartney aparece tocando seu baixo e em alguns trechos também toca um piano e Ringo Starr começa a canção em sua bateria, mas em alguns instantes está sentado tocando bongos.

Curiosidade 2: Vale mencionar que na “gravação” da canção, Ringo aparece fumando um cigarro. Naquela época, essa cena além de não ter nada de mais, ainda passaria uma ideia de descontração. Nos dias de hoje, com a existência do “politicamente correto” e do “cerco” ao fumo, uma cena dessas seria impossível de ser gravada pelo membro de uma grande banda de Rock and Roll.

Curiosidade 3: Ao final da cena um dos bandidos consegue serrar o piso abaixo da bateria de Ringo com a intenção de raptá-lo.

Covers e paródias
No LP Leave Home, de 1977, Os Ramones gravaram uma canção intitulada "You're Gonna Kill That Girl" (Você Vai Matar Essa Garota), que pode ser entendido como uma paródia da canção dos Beatles.



Em 1978, o grupo de humor musical The Rutles gravaram a canção "Now She's Left You” (Agora Ela Deixou Você), como paródia declarada da canção do Beatles.



Renato e Seus Blue Caps gravaram uma versão em português, onde apenas a música se assemalha ao original, pois a letra nada tem em comum com o original. A versão foi lançada no LP Isto É Renato E Seus Blue Caps, de dezembro de 1965.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

You're Going To Lose That Girl - I

You're Going To Lose That Girl

Depois de muito tempo, voltarei a postar uma música. Faz muito tempo que queria postar essa canção, mas era apenas pelos atributos artísticos. Nas últimas semanas, ela ganhou outro significado. Diria até que é um aviso que o Lennon está mandando para mim...

Sem mais delongas, com vocês... The Beatles!


Procurei no YouTube algum vídeo com uma apresentação ao vivo deles cantando essa canção, ou o trecho do filme HELP! (onde eles cantam a mesma). Até um ano atrás havia pelo menos dois vídeos reproduzindo o trecho do filme, mas eles foram retirados do ar (imagino que tenham violado direitos autorais). Sendo assim, o jeito é reproduzir esse vídeo, onde o som está nítido. o endereço do vídeo é: https://www.youtube.com/watch?v=BRsDOr4H0cs

You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl)
You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
If you don't take her out tonight
She's going to change her mind
(She's going to change her mind)
And I will take her out tonight
And I will treat her kind
(I'm going to treat her kind) 
You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
If you don't treat her right, my friend
You're going to find her gone
(You're going to find her gone)
'Cause I will treat her right and then
You'll be the lonely one
(You're not the only one) 
You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
You're going to lose
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
I'll make a point of taking her away from you, yeah
(Watch what you do)
The way you treat her, what else can I do? 
(You're going to lose that girl)
(You're going to lose that girl) 
You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
You're going to lose
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
I'll make a point of taking her away from you, yeah
(Watch what you do) 
The way you treat her, what else can I do? 
If you don't take her out tonight
She's going to change her mind
(She's going to change her mind)
And I will take her out tonight
And I will treat her kind
(I'm going to treat her kind) 
You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl) 
You're going to lose that girl
(Yes, yes you're going to lose that girl)

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Macrofotografia

Faz algum tempo que vejo as imagens abaixo reproduzidas em vários sites. Tentei descobrir quem é o autor dessas fotos, como e quando foram feitas, sem sucesso. Quem souber o nome do autor das fotos, por favor, envie uma mensagem para que eu possa dar o devido crédito.

Atualização: Graças à Fernando Raine, leitor do blog, descobri o autor das fotos. O nome dele é Pianek. Em seu site ele escreve o nome com a letra K invertida. O endereço é pyanek.wixsite.com/official 

Macrofotografia

Batom
Fibras de um saquinho de chá
Cabeça de fósforo
Cabo de maçã 
Ponta de caneta esferográfica
Lateral de chave
Esponja de cozinha
Espuma de sabão
Fibras de madeira
Fio de espaguete
Flocos de milho
Grão de açúcar
Grão de areia
Lâmina de uma serra
 Páginas de um livro
Parafuso
Tecla de computador
 Vareta de incenso

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Tá No Ar: A TV Na TV - Acaba A Temporada 2015

O texto abaixo foi publicado no site da Revista Veja no dia 17 de abril de 2015, e não tinha o nome do autor, por isso está sem crédito. A matéria tinha a reprodução de algumas fotos (que não consegui reproduzir) e alguns vídeos com aparições do Marcelo Adnet na televisão, que resolvi não reproduzir por considerá-las dispensáveis. Para não deixar a matéria sem fotografias, resolvi reproduzir as imagens abaixo, que foram divulgas pela imprensa. O link para a matéria é: http://veja.abril.com.br/noticia/entretenimento/programa-de-marcel-adnet-encerra-2-temporada-com-alfinetada-na-record
Marcelo Adnet encerra 2ª temporada com alfinetada na Record

Na já tradicional paródia musical de fim de episódio, 'Tá no Ar' apresentou nova letra para 'Brasil', de Cazuza, e, entre críticas à própria Globo, que comemora 50 anos, disparou: "Vi TV nascer bancada por dízimo, / correndo atrás pra passar o plim-plim"

Sobrou alfinete para a Record no episódio que encerrou a segunda temporada do Tá no Ar, o humorístico de Marcelo Adnet na Globo. Maior rival da emissora carioca, o canal da Barra Funda foi citado nos versos finais da paródia musical que fechou o programa, uma releitura ainda mais ácida de "Brasil", de Cazuza, que serviu de música-tema a Vale Tudo, novela de Gilberto Braga de 1988. "Vi TV nascer bancada por dízimo, / correndo atrás pra passar o plim-plim", diz o trecho dedicado à concorrente.

Não nos colocaram no horário nobre  / porque o nosso galã é o Adnet
Porque na TV / para dar ibope / tem que ser malhado e emagrecer
Tem de ter anões em programas bizarros / Ou virar herói reformando carros
Bota beijo gay e mulher pelada / Ou um pastor rezando um copo d'água
Brasil, a TV não para / até de madrugada / tirando o seu dindim
Brasil, fofoca dos famosos, / boatos duvidosos / sempre foi assim
Eu já vi jogarem bacalhau em pobre / e debate editado pra me convencer
Antes do HD, toda atriz era nova, / agora plástica dá pra perceber
Vi celebridade perder peso no Fantástico, / não me confinaram num reality sem fim
Vi TV nascer bancada por dízimo, / correndo atrás pra passar o plim-plim
Brasil, mais de cem canais, / e a gente ainda quer mais, / do bom e do ruim
Brasil, a TV é um negócio que vive do teu ócio, / se liga em mim
Se liga em mim, / Brasil

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Prêmio Pulitzer De Fotografia: Ano 1947

Ano passado iniciei uma série com as fotografias vencedoras do Prêmio Pulitzer. Estou retomando a sequência daquelas postagens, e hoje vou escrever sobre o ganhador do prêmio de fotografia de 1947. Sempre que possível irei também contar as histórias por trás de cada fotografia (contexto em que foi tirada, autor da foto, como foi tirada, a repercussão, etc), como nem sempre poderei ter todas as informações a minha disposição na hora em que postar, pode ser que eu reveja os textos, acrescentando ou corrigindo informações. 

Um aviso importante para aqueles que estão acompanhando a série: O prêmio de fotografia de 1946 não teve ganhador. Não sei explicar o motivo.

Prêmio Pulitzer de 1947: Categoria Fotografia

Vencedor: Arnold Hardy, fotógrafo amador de Atlanta (estado da Georgia). Fotografia distribuída pela Associated Press

Título: “Woman Leaping From Burning Winecoff Hotel” (“Mulher Salta Do Hotel Winecoff Em Chamas”)

Câmera: 4X5 Speed Graphic

Lente: Desconhecido

Velocidade E Abertura Do Obturador: Desconhecido

Filme: Kodak



Nas primeiras horas do dia 7 de dezembro de1946, o Hotel Winecoff, localizado na cidade de Atlanta, foi cenário do mais grave incêndio em um hotel da história dos Estados Unidos. Das mais de 300 pessoas que estavam dentro do estabelecimento, entre funcionários, hóspedes e moradores, apenas 120 conseguiram sair ilesas, 65 ficaram feridas e 119 pessoas morreram.
O Hotel Winecoff na época de sua inauguração

O Hotel Winecoff, um dos mais altos edifícios de Atlanta, foi inaugurado em 1913 como sendo “à prova de fogo”, como mostra o anúncio abaixo, mesmo não possuindo portas corta fogo e escadas de emergência. O incêndio começou no corredor oeste do terceiro andar, próximo da escada para o andar superior. Ninguém sabe explicar direito como o incêndio começou, mas, apartir do testemunho de alguns hóspedes, suspeitasse que um colchão deixado no corredor possa ter sido a origem do fogo. Não se sabe como o colchão teria pegado fogo, e nem se o incêndio foi acidental ou criminoso.

Apesar de o fogo ter sido detectado às 3h15, por um mensageiro que foi até o quinto andar e ficou preso lá, os bombeiros só foram avisados às 3h45. Apesar de terem chegado ao local do incêndio em menos de um minuto, o fogo já havia se espalhado por todo o edifício. O trabalho dos bombeiros acabou prejudicado pelos corpos caídos na calçada, dificultando a aproximação dos caminhões com escada, e pela queda de pessoas que tentavam escapar das chamas e atingiam os grupos de combate a incêndio. O Corpo de Bombeiros Atlanta reuniu centenas de bombeiros da cidade e dos arredores, mais de 22 viaturas de combate a incêndio e 11 caminhões com escada.
Fotografia do incêndio, não sei dizer se esta também foi tirada por Arnold Hardy

Por duas horas e meia, os bombeiros lutaram valentemente no frio para salvar os hóspedes, mas suas escadas atingiu apenas o oitavo andar, e as redes de segurança não eram fortes o suficiente para suportar a queda das pessoas que se lançavam a mais de 20 metros de altura. Alguns hóspedes tentavam descer usando cordas improvisadas com lençois e cobertores para tentar chegar às escadas, enquanto que outros caiam nos beco atrás do hotel, tentando pular para o prédio vizinho.
Fotografia do incêndio, não sei dizer se esta também foi tirada por Arnold Hardy

Entre os 119 mortos estavam o proprietário do hotel, o Sr. William Fleming Winecoff, 76 anos, e sua esposa, Grace S. Winecoff, 76 anos. Os corpos foram encontrados em sua suíte no 14º andar. Também morreram trinta alunos do ensino médio que tinham vindo para Atlanta para participar de uma Assembleia da Associação Cristã de Moços (YMCA) no Capitólio Estadual.
Documento da Prefeitura de Atlanta Discriminando as vítimas por sexo e faixa etária.

O incêndio no Winecoff foi o último, e o mais mortal, de uma série de incêndios em hoteis nos EUA naquele ano. Em poucos dias, cidades por todo o país passaram a promulgar leis mais rigorosas para garantir a segurança desses estabelecimentos e de edifícios em geral. O fato de que o incêndio no Winecoff permanece sendo o mais mortal da história americana mesmo tendo se passado quase 70 anos, prova que as novas legislações cumpriram seu papel em evitar novas tragédias.

O fotógrafo
Na noite do incêndio, o estudante de pós graduação da Georgia Tech, Arnold Hardy, de 26 anos, ficou até tarde em seu laboratório da universiade. Quando saiu às 4:00 ouviu as sirenes dos bombeiros, ele pegou sua câmera SpeedGraphic, cinco flashes se dirigiu rapidamente para o local do incêndio. Hardy tirou algumas fotos da frente do prédio e os rostos dos hóspedes nas janelas. Quando lhe restou apenas um flash, decidiu esperar para tirar uma foto com algum hóspede caindo. Quando notou o corpo de uma mulher de cabelos escuros em queda na altura do terceiro andar, ele fotografou a cena sem perda de tempo.

Após tirar a foto, Hardy notou um policial e um bombeiro discutindo com o dono de uma farmácia para que este cedesse suprimentos médicos. Diante da recusa do dono do estabelecimento, Hardy decidiu arrombar a porta a porta com um chute e acabou preso por depredação. Ao ser libertado, sob fiança, horas depois, ele levou sua câmera para revelar o filme e procurou a agência da Associated Press para negociar as fotos. A AP lhe ofereceu 150 dólares pelos direitos exclusivos de suas fotos. Ele negociou e conseguiu 300 dólares. A fotografia da mulher caindo foi reimpressa em todo o mundo no dia seguinte e foi em capas de revistas por semanas. Hardy nunca recebeu um centavo pelo uso subsequente da foto. 

Poucos meses depois, ele se tornou o primeiro fotógrafo amador a ganhar o Prêmio Pulitzer.


A mulher do salto
A "mulher do salto" chamava-se Daisy McCumber, era secretária e tinha 41 anos. Ao contrário do que muitos acreditam, ela sobreviveu à queda de 11 andares, mas quebrou as duas pernas, as costas, e a pélvis. Passou por sete operações em um período de 10 anos e acabou amputando uma perna, mas em seguida recuperou-se e trabalhou até a aposentadoria. Ela morreu em 1992, aos 87 anos, sem nunca ter revelado até mesmo para a família que ela era a mulher na foto de Hardy.

Nota: Pesquisando na internet encontrei um site onde estão listadas todas as vítimas do incêndio e na maioria dos casos tem fotos e dados pessoais. Se quiserem ler, o site é: http://www.findagrave.com/cgi-bin/fg.cgi?page=gr&GRid=62146527

sábado, 4 de abril de 2015

Evento Abençoado - Blessed Event - VI

Algum tempo atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Enquanto isso não ocorre, aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.


"Mantendo O Peso" E "Desejo De Grávida"



Legendas da primeira charge: 2. "Você poderia me pesar agora, Por favor?" 7. O Doutor irá vê-la agora Sr.a Judge." 8. Estou feliz em ver que você está mantendo sua dieta. Seu peso está em dia."
Legenda da segunda charge: "Mas o que eu faço agora, Doutor?. Ela está com desejo de um casaco de mink."

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Evento Abençoado - Blessed Event - V

Algum tempo atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Enquanto isso não ocorre, aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.

"Guia Sonoro" E "Mãe Prevenida"



Legenda da segunda charge: "Imagine, querido, eu tenho babás de prontidão pelos próximos seis meses."

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Evento Abençoado - Blessed Event - IV

Algum tempo atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Enquanto isso não ocorre, aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.


"Exercício Ao Ar Livre" E "Cumprindo O Acertado"

Legenda da primeira charge: "É maravilhoso que o médico queira que você faça muitas caminhadas. Eu vou deixar você carregar a minha sacola de tacos para mim novamente no próximo sábado."
Legenda da segunda charge: "Mas, Dan, nós simplesmente não podemos ir ainda. Eu prometi a ela quatro horas de babá... e nós saimos a apenas três horas e meia."