quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Blessed Event - Abastecendo O Bebê

Meses atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.

"Abastecendo O Bebê"

Tradução da charge: "Completa!"

Blessed Event - Importância Progressiva e Reforma

Meses atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.

"Importância Progressiva" E "Reforma"

Legenda da segunda charge: "Eu estou mudando o papel de parede no berçario... o bebê estava aborrecido."

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Blessed Event - Tipos De Ninhadas e Autorização Para Sair Com O Bebê

Meses atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.

"Tipos De Ninhadas" E "Autorização Para Sair Com O Bebê"

Legenda da segunda charge: "Por muito tempo, Don... Esta é a única forma que minha esposa permite que eu fique com o bebê."

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Quando Michael Jackson Passou Para Trás Paul McCartney

Li esse artigo no site do jornal venezuelano Tal Cual. Por se tratar de um pedaço da história dos Beatles, decidi reproduzir em meu blog. Achei estranha a pontuação usada pelo autor, mas mantive ela como estava. O endereço é http://www.talcualdigital.com/Nota/118620/Cuando-Michael-Jackson-Estafo-A-Paul-Mccartney

Quando Michael Jackson passou para trás Paul McCartney

Quando Jackson explicou aos seus contadores o negócio, disseram a Jackson que era melhor se ele comprasse ATV e não dividisse com ninguém assim que fechasse o negócio e "passou para trás" o amigo que aconselhou-o como investir o seu dinheiro


Por Carlos M. Montenegro
É uma verdade indiscutível que os Beatles foram a banda de rock e pop de maior sucesso de todos os tempos desde a sua formação definitiva, em 1962, Ringo, George, Paul e John, revolucionaram a indústria musical com o seu humor pessoal e atitude em relação à música, abrindo as portas do Rock & Roll para toda uma onda de bandas de rock britânicas e depois mundialmente. Seu impacto inicial foi suficiente para estabelecer os Beatles como uma das forças culturais mais influentes do século XX, mas não se detiveram por aí.

Embora seu estilo inicial fosse muito original com músicas irresistivelmente cativantes, os Beatles passaram os anos 1960 expandindo fronteiras estilísticas do rock, sempre apostando em novas formas musicais em uma variedade de gêneros, incluindo folk-rock, country, pop, psicodelia , sinfônica e barroca, sem sacrificar a energia de seus primeiros trabalhos.

A popularidade adquirida desde suas primeiras gravações deixaram estabelecidas no imaginário popular que os Beatles são lendários, e enquanto permaneceram unidos tudo fluiu facilmente devido, talvez, a sua bem promovida imagem em filmes, publicações escritas e, acima de tudo, o estrondoso sucesso de suas canções.

Depois da grande explosão do Rock & Roll, em 1956, que revolucionou o mundo com Elvis Presley como ícone indiscutível, os Beatles protagonizaram uma segunda revolução, que conseguiu ofuscar o "rei", algo inimaginável até então. Depois de mais de meio século, o grupo de Liverpool continua vigente e até para os jovens que não tinham nascido até então, hoje sabem que o quarteto musical é o mais importante transcendendo os modismos.

Mas nem tudo foi fácil na carreira da banda, o sucesso não caiu do céu como maná bíblico. Poucos artistas trabalharam tão duro; além das intermináveis noites no início da carreira, em Liverpool ou em Hamburgo, onde tocavam onde fossem aceitos, desde 1962 quando lançaram seu primeiro single, "Love Me Do", tocaram quase 1.400 vezes ao vivo, em turnê com outros artistas ou apenas eles, recorde não batido por ninguém, e tudo em menos de cinco anos, pois os Beatles deram o seu último concerto ao vivo em 29 de agosto de 1966, em Candlestick Park, em San Francisco* para dedicar-se a escrever e gravar apenas disco que são história hoje.


A tudo isto deve ser adicionado milhares de horas de ensaios, o tempo de filmagem ou produção de seus cinco filmes: A Hard Day’s Night (1964), Help! (1965) Magical Mystery Tour (1967) Yellow Submarine (1968) e Let It Be (1970) e especialmente as maratônicas sessões no Estúdios Abbey Road com o produtor George Martin, com quem gravaram mais de 250 canções em apenas oito anos, a maioria composta pelos prolíficos Lennon e McCartney.

Os Beatles logo se tornou máquinas de fazer dinheiro, compartilhado de várias formas com vários agentes e empresários por todo o globo.

Seu agente pessoal era Brian Epstein, que supostamente os conheceu em novembro de 1961 quando tocavam em um pub no porão do número 10 da Rua Mathew em Liverpool: O Cavern Club. Epstein ficou entusiasmado com o grupo e conseguiu ser o seu representante, até sua morte prematura em 1967.

Epstein foi o criador da imagem formal dos Beatles, domado sua atitude agressiva, proibiu-os de fumar e comer no palco, ele dispensou as roupas de couro, o jeito "Teddy Boy", substituindo-o por um traje mais formal, com gravata, ao estilo "Mod" da classe média Inglesa; Ele criou o penteado com franja que se tornou moda universal e até lhes disse que depois de cada canção agradecessem os aplausos curvando-se elegantemente. Sua contribuição para a promoção e sucesso do grupo foi definitiva. Ele foi chamado de "o quinto Beatle".

No entanto era clara sua inexperiência no "show business", chegava à incompetência, em matéria de administração e finanças. O grupo gerou fortunas em suas turnês, a venda de discos, música impressa (partituras), "de merchandising" e, acima de tudo, como autores e compositores, como detentores de reprodução fonográfica, uso de imagem (cinema, publicidade, etc.) e direitos autorais.

Os números relativos aos três últimos itens, gerados principalmente pelas obras de Lennon e McCartney eram simplesmente formidáveis, considerando que os direitos são válidos por 70 anos após a morte do autor, sem ignorar os direitos gerados por suas canções executadas por outros artistas ou orquestras**.

A gestão de Epstein nesses casos foi simplesmente desastrosa. Após sua morte, os Beatles ficaram desorientados por ter confiado cegamente seu agente que foi sempre honesto. O grupo contratou um gerente, Allen Klein que ao verificar o estado de seus negócios, descobriu que nem mesmo controlavam os direitos de suas obras, seu principal patrimônio.

Em 1963, Epstein tinha decidido contar com um editor para administrar os números fabulosos gerados pelas obras do primeiro álbum Please Please Me. Já em 1962, a publicação das canções "Love Me Do" e "Please Please Me", indicavam o que estava por vir e George Martin sugeriu para Epstein, para proteger os direitos, para falar com um certo Dick James, que acabou por se revelar um velho músico aposentado sugador do sangue de compositores que vivem sob sua pequena editora Dick James Music (DJM). James percebeu que isso seria muito grande e sugeriu a Epstein criar uma publicação exclusivamente para proteger a obra dos Beatles.

Assim nasceu a Northern Songs que adquiria todas as canções compostas pelos Beatles desde a assinatura do contrato; Dick James administrar o catálogo através de sua editora que ficava com 50% dos lucros quando é habitual era apenas 10%.

Lennon e McCartney tinham uns 30%, Brain Esptein 10% e os outros 10% eram divididos entre George Harrison e Ringo Starr (1,7% cada) o restante (4,6%) outros parceiros de James, que controlava a Northern Songs . Relações com os Beatles estavam se deteriorando e James habilmente aproveitou que Paul e John estavam em lua de mel com suas esposas e vendeu a Northern Song para Lew Grade em vários proprietário ATV por 3,5 milhões de libras.



Em seu retorno Lennon e McCartney, enfurecidos, tentaram comprar a Northern Songs de Grade, mas ele se nagava a vender a não ser que comprassem a toda a ATV, que possui e obras de The Beatles, por 35 milhões de libras. Negociações fracassaram pois eles não tinham esse dinheiro e de novo não tinham mais controle sobre suas obras.

Anos depois da morte de Epstein e da dissolução dos Beatles, Paul McCartney e Michael Jackson gravaram várias canções em dueto como "Say Say Say" e "The Girl Is Mine". Em fevereiro de 1983, Paul recebeu em sua casa de campo Michael para filmar o videoclipe deste último.

Paul, aconselhou seu jovem amigo que investisse seus lucros em royalties, seus próprios e de outros compositores criando uma editora própria, e que poderia adquirir a ATV de Lew Grade, que já havia negado vender ou associar-se a eles - Paul e John – controlando a Northern Songs com todas as obras de Lennon-McCartney. Quando Jackson explicou aos seus contadores o negócio, disseram a Jackson que o melhor era comprar a ATV e não dividí-la com ninguém assim que fechasse o negócio e "passou para trás" o amigo que lhe aconselhou como investir o seu dinheiro.

Mas não termina aí, quando Jackson entrou em dificuldades financeiras por conta de seus casos judiciais e seus custoso estilo de vida. Tinha dívidas que não podiam pagar e decidiu vender ATV. Ele poderia ter oferecido a Paul, mas ele preferiu fechar o negócio com a editora da Sony, sua gravadora a quem devia uma fortuna em adiantamentos. A Sony tomou o negócio como uma forma de cancelar a dívida Jackson.

Assim se consumou a traição a Paul McCartney, que foi mais uma vez incapaz de acessar o controle das obras dos Beatles.

domingo, 13 de setembro de 2015

You’ve Got To Hide Your Love Away - II

You’ve Got To Hide Your Love Away

Em 1971, John Lennon contou durante uma entrevista à revista Rolling Stone que ele escreveu "You’ve Got To Hide Your Love Away" apenas com a intenção de fazer uma bela canção pop, sem expressar suas próprias emoções pessoais. Ele explicou: "Eu estava em Kenwood (a casa dele na época) e estava apenas compondo... e assim todos os dias eu tentava escrever uma música... uma daquelas que você canta um pouco triste para si mesmo”.

Era um período que Lennon estava trabalhando nas canções para o filme Help! Em seguida, Lennon disse que ouvir as canções de Bob Dylan estava começando a influenciar suas composições na época em que compôs “You’ve Got To Hide Your Love Away”. "Eu comecei a pensar sobre minhas próprias emoções. Eu não sei exatamente quando comecei (a compor canções) como "I’m A Looser" ou "You’ve Got To Hide Your Love Away” ou outras do tipo.

A faixa com a guitarra básica foi gravada em primeiro lugar, imitando o jeito peculiar de Bob Dylan, com um certo apelo "folk". Depois foi gravada a guitarra de George Harrison e um pouco de percussão, com pandeiro e maraca, no segundo canal. John Scott gravou uma flauta tenor nos espaços em faixa vocal de Lennon e uma parte adicional de flauta alta, uma oitava mais alta do que a primeira, no último canal disponível da máquina de quatro canais.

No documentário The Beatles Anthology, uma versão diferente da canção é tocada enquanto se fala na morte do empresário da banda, Brian Epstein. Os biógrafos da banda e de Epstein dão com ser que ele era homossexual. Isso fez surgir uma lenda segundo a qual "You’ve Got To Hide Your Love Away" trataria sobre a dificuldade de um homossexual de assumir seu relacionamento. Mas basta um simples lida na letra para ver que Lennon está cantando para sua amada, e não amado.

Uma curiosidade: Na linha onde se lê "Feelin’ two-foot small" "sentindo dois pés menor" foi escrito orignalmente como "Feelin’two-foot tal" "sentindo (com) dois pés de altura." Lennon cantou errado, mas gostou do forma como ficou e deixou a canção dessa forma.

Outras versões e covers
O grupo folk Silkie, empresáriado por Epstein, em 1965:

Os Beach Boys, para o LP Beach Boys' Party!, de 1965:

Eddie Vedder, para o filme I am Sam, em 2001:

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

You've Got To Hide Your Love Away - I

You've Got To Hide Your Love Away

Fiquei uma semana sem postar (ando com uns problemas, mas não quero falar a respeito disso), para não deixar meu blog ficar abandonado (como aconteceu no ano passado, em um evento parecido), resolvi publicar essa canção. Já conhecia ela, há muitos anos, mas na semana passada coincidiu de ter ouvido duas versões dela pelo rádio. Depois disso ando ouvindo ela diariamente.

Agora com vocês... Os Beatles!

Havia muitos vídeos no YouTube reproduzindo o trecho do filme Help! no qual os Beatles interpretavam essa canção, mas esses vídeos foram apagados. Acho que a direção do YouTube apertou a fiscalização e suprimiu esses vídeos por eles violarem os direitos de exibição da película. No lugar coloquei esse vídeo mais simples. O endereço é: https://www.youtube.com/watch?v=g5alNm0hmtE

Here I stand head in hand
Turn my face to the wall
If she's gone I can't go on
Feeling two-foot small
Everywhere people stare
Each and every day
I can see them laugh at me
And I hear them say
Hey you've got to hide your love away
Hey you've got to hide your love away
How can I even try
I can never win
Hearing them, seeing them
In the state I'm in
How could she say to me
Love will find a way
Gather round all you clowns
Let me hear you say
Hey you've got to hide your love away
Hey you've got to hide your love away

domingo, 30 de agosto de 2015

Escadarias Pelo Mundo - IV

Escadarias Pelo Mundo

Neste post, como no anterior, resolvi publicar fotos de escadarias, mas não escadarias externas, ao ar livre, como em outros posts. Abaixo estão imagens de escadarias internas, localizadas dentro de edifícios. Dependendo do ângulo, algumas são verdadeiras obras de arte. Coletei as imagens a seguir a partir de diversos sites. Infelizmente as fotos não costumam vir com algum texto identificando de onde as fotos foram tiradas, nem os nomes dos edifícios, nem as cidades onde estão localizadas. Assim que descobrir de onde cada foto foi tirada, irei atualizar o post. Enquanto isso, apreciem as inusitadas figuras geométricas que surgem a partir das espirais. Nesse post, a minha escadaria preferida é a segunda foto.









sábado, 29 de agosto de 2015

Escadarias Pelo Mundo - III

Escadarias Pelo Mundo

Neste post, resolvi publicar fotos de escadarias, mas não escadarias externas, ao ar livre, como em outros posts. Abaixo estão imagens de escadarias internas, localizadas dentro de edifícios. Dependendo do angulo, algumas são verdadeiras obras de arte. Coletei as imagens a seguir a partir de diversos sites. Infelizmente as fotos não costumam vir com algum texto identificando de onde as fotos foram tiradas, nem os nomes dos edifícios, nem as cidades onde estão localizadas. Assim que descobrir de onde cada foto foi tirada, irei atualizar o post. Enquanto isso, apreciem as inusitadas figuras geométricas que surgem a partir das espirais. Nessa série, a minha preferida é a quinta foto.





quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Blessed Event - Aumento Populacional e Devolução De Produto Defeituoso

Meses atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.

"Aumento Populacional" E "Devolução De Produto Defeituoso"
Legenda da segunda charge: "Se você me perguntar (oque eu acho) eu devolveria ele... ele chegou sem cabelo e não tem um dente sequer!"

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Blessed Event - Melhores Oportunidades De Trabalho e Falta De Credibilidade

Meses atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.

"Melhores Oportunidades De Trabalho" E "Falta De Credibilidade"
Legenda da primeira charge: "Oh, Eu acho o trabalho bom, mas desde que nossa babá veio eu descobri que o emprego de babá paga melhor."
Legenda da segunda charge: "Mas eu estou falando, colegas, não é uma brincadeira. Minha esposa teve um bebê."

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Blessed Event - Planejamento Em Família e Duelo De Pais

Meses atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.

"Planejamento Em Família" E "Duelo De Pais"
Legenda da primeira charge: "Eu trabalhei em um cronograma para você, querido."
Legenda da segunda charge: "Essa vai ser boa... Ambos são pais novos."

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Baby It's You - II

Baby It‘s You

"Baby It‘s You" foi escrita por Burt Bacharach (música), Luther Dixon (usando o pseudônimo de Barney Williams) e Mack David (letra). A canção foi originalmente produzida por Luther Dixon para o grupo vocal feminino Shirelles. Quando lançada como single em 1961, a música tornou-se rapidamente popular, chegando à oitava posição da para de sucessos da Billboard.

Mais tarde "Baby It’s You" foi lançada em um álbum com o mesmo nome. Os arranjos vocais criados para esta primeira versão provaram-se influentes e acabaram sendo reproduzidas na maioria das versões subsequentes, inclusive aquela lançada pelos Beatles.

Beatles
Os Beatles vinham tocando "Baby It’s You" em suas apresentações de 1961 até 1963, por influência de John Lennon, que era fã das Shirelles. Em 11 de fevereiro de 1963, os Beatles gravaram a canção para seu primeiro álbum, Please Please Me, juntamente com "Boys", outra canção lançada pelas Shirelles. A versão dos Beatles difere das Shirelles pela repetição do segundo verso em vez do primeiro. Então, se as Shirelles concluiam a canção "sentado em casa e chorando", a versão dos Beatles é mais otimista, com John Lennon cantando que ele vai continuar a amar, não importa o quê.

O single da versão dos Beatles alcançou o sétimo lugar na parada sucessos do Reino Unido e a posição 67 da Billboard Hot 100, nos Estados Unidos.


Sha la la la la la la la/Sha la la la la la la la
Sha la la la la la la la/Sha la la la la
It's not the way you smile that touched my heart. (sha la la la la)
It's not the way you kiss that tears me apart.
Uh, oh, many, many, many nights go by,
I sit alone at home and I cry over you.
What can I do.
Can't help myself, 'cause baby, it's you.
(sha la la la la la la)
Baby, it's you.
Sha la la la la la la la/Sha la la la la la la la
You should hear what they say about you, "cheat," "cheat."
They say, they say you never never never ever been true. (cheat cheat)
Uh oh,
It doesn't matter what they say,
I know I'm gonna love you any old way.
What can I do, and it's true.
Don't want nobody, nobody, 'cause baby, it's you. (sha la la la la la la)
Baby, it's you. (sha la la la la la la)
Uh oh,
It doesn't matter what they say,
I know I'm gonna love you any old way.
What can I do, when it's true.
Don't want nobody, nobody, 'cause baby, it's you. (sha la la la la la la)
Baby, it's you. (sha la la la la la la)
Don't leave me all alone...

Smith
A versão de "Baby It’s You" feita pela banda Smith, liderada por Gayle McCormick, foi lançada em seu álbum de estréia, A Group Called Smith, em 1969. Produzida por Del Shannon, esta versão altera o arranjo vocal tradicional interpretada por as Shirelles e os Beatles em favor de um vocal mais próximo ao Soul. A canção alcançou a quinta posição da Billboard Hot 100. A versão do Smith foi utilizada por Quentin Tarantino na trilha sonora do filme Death Proof.

Covers e outras versões
Os Carpenters gravaram uma versão de "Baby It’s You", em 1970, para o seu álbum Close to You.

Sylvie Vartan, cantora francesa, em 1962

Masqueraders, em 1975

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Baby It's You - I

Baby It's You

Alguns dias atrás estava em uma livraria quando vi um CD com a trilha sonora do filme Death Proof, do diretor Quentin Tarantino. Um comentário rápido, Tarantino tem um gosto excelente para a trilha sonora de seus filmes. Voltando ao assunto. Entre as músicas do CD estava esta versão de "Baby It's You", gravada em 1969. Depois eu falo mais sobre a canção.

Senhoras e senhoras, com vocês... um grupo chamado Smith
Não sei dizer quando e onde foi essa apresentação da banda Smith.Parece que rolou um playback, pois o som é bem limpo e igual ao disco. O endereço é: https://www.youtube.com/watch?v=pIGo31k-qkw

Depois que eu postei a canção me dei conta que essa canção poderia ser uma espécie de resposta para a canção postada anteriormente. Interessante. Não fiz isso intencionalmente.

It's not the way you smile that touched my heart.
It's not the way you kissed that tears me apart.
Many, many, many nights go by.
I sit alone at home and cry over you.
What can I do?
Don't want nobody, nobody
Cause, baby, it's you.
Baby, it's you.
Is it true what they say about you?
They say you'll never, ever, never be true.
It doesn't matter what they say.
I know I'm gonna love you any old way.
What can I do?
What 'bout you?
Don't want nobody, nobody.
Baby, it's you.
Baby, it's you.
Baby.
It doesn't matter what they say.
I know I'm gonna love any old way.
What can I do?
What 'bout you?
Don't want nobody, nobody.
Baby, it's you.
Baby, it's you.
Don't leave me alone.
Come on home.
Baby, it's you.
Baby, it's you.
You know I need your lovin'
You know I love you.
Baby, it's you.
Baby...

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

It Ain't Me Babe - II

It Ain‘t Me Babe

"It Ain‘t Me Babe" é uma canção de Bob Dylan que originalmente apareceu em seu quarto álbum Another Side Of Bob Dylan, que foi lançado em 1964 pela Columbia Records. 

Esta canção, junto com outras do álbum, marcou o momento em que Dylan começou a explorar as possibilidades da linguagem e níveis mais profundos da experiência humana. Segundo algumas fontes, todas as canções surgiram de uma tentativa de Dylan de escrever poemas para um livro. O livro não saiu, mas Dylan beneficiou do exercício mental de expor sentimentos e pensamentos mais elaborados sobre a vida. Biógrafos de Dylan em geral concordam que a música deve sua inspiração para sua ex-namorada Suze Rotolo. Ele teria começou a escrever a música durante sua visita à Itália em 1963, quando foi procurá-la. Outras versões dão conta que a cançãop teria sido escrita para Joan Baez. Seja como for a canção fala de um rapaz que tenta convercer a ex-namorada (ou será ele mesmo?) de que ele não serve para ela, e por isso ela deve esquecê-lo.

Este lendário álbum, foi gravado por Dylan em uma única sessão de estúdio durante toda a noite, auxiliado por "um par de garrafas de vinho Beaujolais. Segundo a lenda, o refrão "no, no, no, it ain‘t me babe" é uma resposta ao refrão dos Beatles "she loves you, yeah, yeah, yeah". Menos de um ano após o lançamento, a canção foi usada por diversos artistas que forjaram o movimento folk rock, incluindo Os Turtles e Os Byrds.

Covers e versões
Admirador de longa data da obra de Dylan, Johnny Cash fez um cover dessa canção, junto com sua esposa June Carter (com as bençãos de Dylan, que também admirava a obra de Cash) para o seu álbum Orange Blossom Special, de 1965.

A canção aparece no filme de 2005 Walk The Line, sobre a vida de Cash, e foi cantada por Joaquin Phoenix e Reese Witherspoon.

Este foi o primeiro sussesso dos Turtles, que emplacaram a posição número 8 nas paradas de singles dos Estados Unidos, em 1965.

Outros artistas para gravar a canção incluem Joan Baez:

Jan e Dean, em 1965:

Nancy Sinatra, em 1966,

sábado, 15 de agosto de 2015

It Ain't Me Babe - I

It Ain't Me babe

Fiquei uns dias sem postar por estar um pouco . Para não correr o risco de passar outro período sem postar coisa alguma, resolvi publicar esta música lançada no ano de 1965, com grande sucesso.

Agora com vocês... The Turtles

Tentei encontrar algum vídeo com uma apresentação da banda, mas o único que achei, estava com o som bem prejudicado com aqueles gritinhos histéricos da plateia, e além disso a apresentação era ao vivo, e por isso o som não estava "limpo". Por isso optei por esse vídeo que combina o som do disco, cenas da banda tocando em um programa de TV e imagens diversas. O endereço é: https://www.youtube.com/watch?v=jrfpj9P_Mys

Go away from my window
Leave at your own chosen speed
I'm not the one you want, babe
I'm not the one you need
You say you're lookin' for someone
Who's never weak but always strong
To protect you and defend you
Whether you are right or wrong
Someone to open each and every door
But it ain't me babe
A-no, no, no it ain't me babe
It ain't me you're lookin' for babe
Go lightly from the ledge, babe
Go lightly on the ground
I'm not the one you want, babe
I'll only lead you down
You say you're lookin' for someone
Who'll promise never to part
Someone to close his eyes to you
Someone to close his heart
Someone who will die for you and more
But it ain't me babe
A-no, no, no it ain't me babe
It ain't me you're lookin' for babe
No it ain't me you're lookin' for, babe
I said a-no, no, no, it ain't me babe
I said a-no, no, no, it ain't me babe
I said a-no, no, no, it ain't me babe

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Evento Abençoado - Blessed Event - XXIV

Meses atrás, entrei em um sebo de São Paulo e encontrei um livro de bolso (pocket book) com uma coletânia de charges sobre maternidade. Gostei muito e resolvi comprar. Imagino que o livro, mesmo tendo sido publicado 59 anos atrás, ainda esteja sob proteção de imagem e direitos autorais. Mesmo assim vou reproduzí-lo integralmente em meu blog. Aproveitem e se divirtam com as charges de autoria de Bill O'Malley.

As charges não tinham título, por isso, os títulos abaixo são de minha autoria.

"Dica De Quem Entende" E "No Trabalho Pensando Em Casa"
Legenda da primeira charge: "É a babá, querido, ela disse que tem um excelente filme em cartaz... e aconselha que a gente vá..."
Legenda da segunda charge: "Eu estou misturando um pouco da mamadeira (fórmula infantil)."